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“Caixa ecológico” em supermercado de Curitiba (PR) estimula boas práticas ambientais e auxilia entidades filantrópica


Uma proposta de conscientização ambiental, que alia execução simples a bons resultados, está em prática em Curitiba (PR). A rede de supermercados Festval, que tem quatro lojas na cidade, oferece aos consumidores em uma delas – a Barigui, próxima ao parque homônimo – a opção de pagar suas aquisições no chamado “Caixa Ecológico”.

Nele, a clientela é estimulada a levar de casa as sacolas para acondicionar suas compras – valem as plásticas comuns, inclusive da concorrência. O principal foco da iniciativa, porém, é que, pagos os produtos, os compradores descartem de imediato, em containers apropriados, embalagens de plástico e papelão.
Em termos práticos, ao invés de levar para casa a pasta de dentes dentro da respectiva caixinha, o cliente carrega só o tubo. As doações são voluntárias e o “Caixa Ecológico” também funciona como qualquer outro.
Esses resíduos deixados nos containers, somados aos que a empresa recolhe nas lixeiras próprias para coleta seletiva – essas instaladas em todas as lojas –, são vendidos e o valor auferido é repassado a instituições filantrópicas, previamente cadastradas.
O “Caixa Ecológico” nasceu em outubro de 2006, quando foi inaugurada a loja Festval Barigui. A idéia, da professora Dulce Albach, do Centro Universitário Positivo (Unicenp), surgiu como tema de sua dissertação, à época na qualidade de mestranda em Gestão Ambiental na mesma instituição.

Meio ambiente sofre com a urbanização


O processo de urbanização ocorreu de forma significativa primeiramente nos países do continente europeu, com o surgimento e desenvolvimento das indústrias durante o século XVIII. A partir de 1950, esse processo tomou proporções em escala global. As atividades industriais se expandiram por vários países, atraindo cada vez mais pessoas para as cidades.

Porém, a urbanização sem um devido planejamento tem como consequência vários problemas de ordem ambiental e social. O inchaço das cidades, provocado pelo acúmulo de pessoas, e a falta de uma infraestrutura adequada gera transtornos para a população urbana.

Impactos significativos no ambiente ocorrem em razão dos moldes de produção e consumo nos espaços urbanizados. Poluições, engarrafamentos, violência, desemprego, etc., são aspectos comuns nas cidades.

A poluição das águas é causada principalmente pelo lançamento de efluentes indústrias e domésticos sem um devido tratamento. A poluição atmosférica é um grande problema detectado nas cidades, isso ocorre devido ao lançamento de gases tóxicos na atmosfera.
O intenso fluxo de automóveis e as indústrias são os principais responsáveis por esse tipo de poluição. Outros problemas ambientais decorrentes da urbanização são: impermeabilização do solo, poluição visual, poluição sonora, alterações climáticas, efeito de estufa, chuva ácida, ausência de saneamento ambiental, destinação e tratamento dos resíduos sólidos, entre outros.


Pessoas pegando o que para alguns já não tem mais utilidade

Clima influenciou civilizações



    Com paralelos semelhantes aos traçados em livros como Colapso (Jared Diamond) e A História das Florestas (John Perling), O Aquecimento Global - A Influência do Clima no Apogeu e Declínio das Civilizações foi escrito pelo arqueólogo Brian Fagan para mostrar como até pequenas alterações no clima durante a história foram suficientes para demarcar o destino de antigas populações. A obra serve como novo alerta para lideranças mundiais que só sabem empurrar com a barriga ações de combate e adaptação aos inevitáveis efeitos colaterais dos maus tratos humanos ao meio ambiente.


Sacola plástica voltará a ser vendida em São Paulo

  As sacolinhas plásticas voltarão a ser cobradas nas principais redes de supermercado da capital a partir de 15 de setembro. A 1.ª Vara Cível do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo aceitou ontem o recurso do Walmart e cassou a liminar, obtida no fim de junho pela associação civil SOS Consumidor, que obrigava a distribuição gratuita. A decisão deve se estender a pedidos semelhantes dos grupos Pão de Açúcar, Sonda e Carrefour.

      O despacho determinou que as sacolas sejam vendidas pelo preço máximo de R$ 0,59 até abril de 2013 e não podem trazer logomarca ou propaganda de nenhuma espécie. O entendimento do desembargador Torres de Carvalho é de que a cobrança pelas sacolas não implica em ônus excessivo ao consumidor.
     “Não é de interesse dos supermercados vender sacola para ter lucro com isso”, afirma o advogado Alfredo Zucca, especialista em direito do consumidor que defendeu o Walmart no caso. “Essencialmente, é uma questão de política de meio ambiente. É o fim de um hábito que só existe em países subdesenvolvidos. A implantação da medida é incômoda como foram, por exemplo, a introdução do cinto de segurança e a Lei Cidade Limpa.”
        Segundo ele, a partir de 15 de setembro voltam a valer os termos do compromisso assumido em fevereiro deste ano - como alternativa às sacolinhas, os supermercados voltarão a oferecer caixas de papelão gratuitas. Por meio de nota, a Associação Brasileira de Supermercados prometeu formar um grupo de trabalho com o Ministério do Meio Ambiente para estudar as tecnologias disponíveis de embalagens biodegradáveis.
        A SOS Consumidor, que obteve a liminar no fim de junho para a volta da distribuição gratuita de sacolas plásticas, pede transição mais gradual e afirma que vai recorrer da cassação. “A decisão estabelece prazos, mas acho que o fornecimento deveria ser gratuito por mais um ano. Há 40 anos recebemos as sacolas de graça e de uma hora para outra isso é proibido”, afirma a advogada Marli Aparecida Sampaio, presidente da associação civil. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

A maior sacola ecológica do mundo!


A maior sacola ecológica do mundo que se tem notícia! 

Mede 1m70cm por 2m50cm e foi apresentada durante evento no SESC DF e levada a várias escolas públicas para despertar a consciência ecológica nas crianças e adolescentes.

A super eco bag foi toda autografada pelos defensores do ecologicamente correto presentes nos eventos.
Uma produção da Coisa Certa Sacolas Ecológicas. 


Como salvar o planeta com uma sacola na mão?


Não use sacolas plásticas.

 Não toque nelas.

 Não chegue perto delas.

 Elas mordem.

 Elas penetram seus poros, infestam sua casa e se grudam na terra cheirosa do seu planeta. 

Seu planeta fica indigesto, mastigando a sacola de plástico por 50 anos, tendo azia por outros 50, tentando absorvê-la por mais 50 anos.

Reciclar...

Reciclar significa transformar objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade  foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que este procedimento trás para o planeta Terra.

Importância e vantangens da reciclagem

A partir da década de 1980, a produção de embalagens e produtos descartáveis  aumentou significativamente, assim como a produção de lixo, principalmente nos países desenvolvidos. Muitos governos e ONGs estão cobrando de empresas posturas responsáveis: o crescimento econômico deve estar aliado à preservação do meio ambiente. Atividades como campanhas de coleta seletiva de lixo e reciclagem de alumínio e papel, já são comuns em várias partes do mundo.

No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera riquezas, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção.

Um outro benefício da reciclagem é a quantidade de empregos que ela tem gerado nas grandes cidades. Muitos desempregados estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa realidade nos centros urbanos do Brasil.

Muitos materiais como, por exemplo, o alumínio pode ser reciclado com um nível de reaproveitamento de quase 100%. Derretido, ele retorna para as linhas de produção das indústrias de embalagens, reduzindo os custos para as empresas.

Muitas campanhas educativas têm despertado a atenção para o problema do lixo nas grandes cidades. Cada vez mais, os centros urbanos, com grande crescimento populacional, tem encontrado dificuldades em conseguir locais para instalarem depósitos de lixo. Portanto, a reciclagem apresenta-se como uma solução viável economicamente, além de ser ambientalmente correta. Nas escolas, muitos alunos são orientados pelos professores a separarem o lixo em suas residências. Outro dado interessante é que já é comum nos grandes condomínios a reciclagem do lixo.

Assim como nas cidades, na zona rural a reciclagem também acontece. O lixo orgânico é utilizado na fabricação de adubo orgânico para ser utilizado na agricultura.

Como podemos observar, se o homem souber utilizar os recursos da natureza, poderemos ter , muito em breve, um mundo mais limpo e mais desenvolvido. Desta forma, poderemos conquistar o tão sonhado desenvolvimento sustentável do planeta.

Exemplos de Produtos Recicláveis

- Vidro: potes de alimentos (azeitonas, milho, requijão, etc), garrafas, frascos de medicamentos, cacos de vidro.
- Papel: jornais, revistas, folhetos, caixas de papelão, embalagens de papel.
- Metal: latas de alumínio, latas de aço, pregos, tampas, tubos de pasta, cobre, alumínio.
- Plástico: potes de plástico, garrafas PET, sacos pláticos, embalagens e sacolas de supermercado


Plástico comestível?


Filme plástico biodegradável

      O plástico é um material sintético produzido pela indústria e que, assim como em outras inovações tecnológicas, surgiu de uma necessidade humana. Ele foi desenvolvido para substituir materiais de origem animal, como cascos de tartaruga e marfim, além de outros materiais como, por exemplo, a madeira. Esse material foi e ainda é empregado de diversas maneiras no mundo, com a fabricação de produtos de higiene e beleza como pentes, estojos, embalagens de xampus, cremes e loções, produtos de cozinha, utensílios em geral, além de botões, calçados, roupas, joias, brinquedos, dentre inúmeros outros.

São Paulo deixa de utilizar sacolas de plástico

              Na quarta-feira, dia 22, pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixaram de fornecer sacolas plásticas para seus clientes. Caixas de papelão e sacolas retornáveis são as opções mais comuns oferecidas pelas redes. Quem quiser, também poderá adquirir sacolas biodegradáveis por cerca de R$ 0,20.
               A iniciativa de tirar as sacolas dos caixas é fruto de um acordo entre a Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo. Preferiu-se este caminho à adoção de uma lei. "Optamos pelo diálogo com o setor", afirma o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas. "O acordo é voluntário por parte das redes." Ele recorda que algumas cidades, como Jundiaí, chegaram a aprovar legislações para proibir as sacolas, mas foram julgadas inconstitucionais. No caso de Jundiaí, a prefeitura assinou depois um acordo com os supermercados locais e obteve o resultado que não alcançara com a lei.
Frase da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira:
"A natureza não aceita negociação"

Consumidor de SP foi ignorado sobre fim das sacolinhas

               A partir de hoje, o consumidor vai ter de adicionar um item à sua trivial comprinha de supermercado: além do cartão de crédito e da lista de compras, terá de levar de casa recipientes para substituir as famigeradas sacolas plásticas.
            O acordo que deve banir a sacola plástica de quase 90% das redes foi assinado entre a Associação Brasileira de Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo em maio de 2011.
            “É louvável que a Apas tenha tomado a iniciativa, mas o Idec entende que não ocorreu o devido processo de conscientização e informação necessário para que o consumidor cumpra sua parte”, opina Lisa Gunn, coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Você pode mudar o mundo!

   Cada um de nós pode ser um agente de transformação em prol do planeta. Se você está em casa olhe em volta e reflita:

   Quantas vezes pensou em trocar um móvel da sala, a mesa de jantar por outra mais moderna, a toalha de mesa que não combina com a cortina?  Ou, quem sabe, comprar uns potinhos coloridos que você viu na loja de R$ 1,99 (São tão baratos!) para armazenar alimentos que sobram do jantar? Afinal, os que você tem são tão sem graça e nem combinam com a cor dos utensílios da cozinha!



   Esses são só uns sutis exemplos do quanto somos supérfluos, consumistas e egoístas.
  
   Supérfluos e consumistas porque priorizamos o desnecessário em detrimento do que é essencial para nosso bem estar; egoístas porque descartamos sobre o planeta o que não queremos mais (coisas que decididamente ele também não quer) e nem ligamos para os prejuízos que causamos às futuras gerações.
Lixões e mais lixões crescem a cada dia. Os bueiros e encanamentos estão sendo entupidos, os rios e mares contaminados.... É uma pena!


    E aí? Você pode fazer a coisa certa para mudar o futuro do mundo?

Comparando laranjas e maçãs

Artigo analisa estudo do Reino Unido sobre uso de sacolas plásticas:
 Comparando laranjas e maçãs
        Publicado em 19 de abril 19 de 2011
Uma análise sobre o estudo do Reino Unido acerca do impacto de diversos tipos de sacolas para compras no aquecimento global.

Fernanda Altoé Daltro, Gerente de Produção e Consumo Sustentáveis do Ministério do Meio Ambiente

       A Agência Ambiental do Reino Unido lançou em fevereiro um estudo sobre análise do ciclo de vida de sacolas plásticas e suas alternativas, realizado para subsidiar políticas públicas e ações do setor privado quanto a questão, além de informar o próprio cidadão britânico. O estudo chegou a conclusões interessantes ao comparar as sacolas plásticas convencionais a alternativas como sacolas oxi-degradáveis, de TNT (tecido-não-tecido), de bioplásticos e sacolas de algodão (retornáveis). No entanto, a divulgação observada no Brasil se resumiu a apenas uma destas conclusões: sacolas plásticas teriam menos impacto no aquecimento global que sacolas de algodão.


Brasília vai cumprir a lei distrital?

Aproxima-se o fim da sacola plástica em Brasília? Em vigor desde o dia 8 de outubro, a lei distrital nº 4.218/08 estabelece a substituição das sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais e dos sacos plásticos de lixo por órgãos e entidades públicas.
        Promulgada por Alírio Neto (PPS), presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, a lei diz em seu primeiro artigo que “Fica vedado o uso de embalagens plásticas à base de polietileno, propileno, polipropileno ou matérias-primas equivalentes para acondicionamento e entrega aos clientes de gêneros alimentícios, produtos e mercadorias, pelos estabelecimentos comerciais do Distrito Federal”. A solução, portanto, serão as embalagens de plástico biodegradável (aquele que, após o uso, pode ser decomposto pelos microorganismos usuais no meio ambiente) ou sacolas reutilizáveis (aquelas que são confeccionadas em material resistente ao uso continuado).




Parceria em prol do Meio Ambiente


     Em virtude da Semana do Meio Ambiente, o Sesc Taguatinga Norte e a empresa COISA CERTA estão realizando uma parceria para uma exposição de sacolas ecologicamente corretas e ministração de palestra sobre o respeito ao meio ambiente. A exposição, intitulada "Faces do Cerrado", será realizada de 30/05 a 03/06/11 e vai expor a beleza e degradação do cerrado por fatores antrópicos, bem como a importância da conservação desse ambiente por alternativas biossustentáveis.

Semana do Meio Ambiente

    O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente.


   Atualmente, a causa ambiental está sendo o centro de muitas discussões entre órgãos públicos, iniciativa privada, organizações não governamentais e comunidades locais. Tomar atitudes individuais em prol da preservação do meio ambiente é um grande passo nessa grande luta que se estende por todo o mundo, ajudando a desenvolver a economia e a qualidade de vida das pessoas.
     A responsabilidade social tem impulsionado a cada ano a participação das Instituições, principalmente as educacionais que buscam difundir o conhecimento a cerca do Meio Ambiente em busca do tão sonhado desenvolvimento sustentável.

Confira quais capitais brasileiras restringem uso de sacolas plásticas

    Lei sobre o tema entrou em vigor em Belo Horizonte na segunda dia 18. Treze capitais já têm legislação aprovada; outras nove, apenas projetos.

Reprodução TV Globo: "Levantamento realizado pelo G1 aponta que 13 capitais brasileiras já aprovaram leis que limitam ou proíbem a utilização de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais. Na segunda-feira (18), entrou em vigor em Belo Horizonte a proibição. Segundo a prefeitura da capital mineira, estabelecimentos que não cumprem a nova norma serão notificados e multados caso continuarem descumprindo a norma após 30 dias."

   Veja abaixo quais capitais de estados brasileiros têm legislação específica sobre o tema. Além das cidades que já limitam o uso, outras nove têm projetos de lei em tramitação. O levantamento foi realizado pelo G1 em pesquisa nas câmaras de vereadores e assembleias legislativas.

Você sabia?

NA EUROPA O CONSUMIDOR PAGA PARA USAR AS SACOLAS DE PLÁSTICO!
     Se as sacolas retornáveis no Brasil ainda cheiram à novidade, na Alemanha boa parte dos consumidores já levam para as compras as suas próprias sacolas. Quem não anda com sua própria tiracolo para levar as compras, tem que pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos, que é de o equivalente a R$0,60 a unidade. Ou seja, se fosse no Brasil, a cada 10 saquinhos plásticos (não importando o tamanho) o consumidor teria que desembolsar R$6,00.
     Na Irlanda, desde 1997, paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A taxa multiplicou o número de irlandeses que vão às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha e mochilas. 
     Na Grã-Bretanha, redes de supermercados deflagram campanhas em que 100% dos sacos plásticos são biodegradáveis. Solução viável para as empresas que não querem perder a oportunidade de divulgar sua marca nas embalagens.

A moda já pegou!

O designer Hussein Chalayan, que desfila na semana de moda de Paris, criou uma linha especial de ecobags. As bolsas são fruto da parceria do estilista com o projeto “Plant for the Planet”, das Nações Unidas, que incentiva o plantio de árvores ao redor do planeta. 

Veja alguns de seus modelos:


Adote esta idéia!

Nas principais capitais do mundo, a moda já pegou: as ecobags invadiram as ruas. Anualmente, 500 bilhões de sacolinhas plásticas são produzidas no mundo e esse tipo de embalagem demora cerca de cem anos para sumir na natureza. Substituí-las, portanto, se tornou uma questão ambiental prioritária em quase todos os países. Por aqui, a onda de dispensar a tradicional sacolinha no momento das compras também está cada vez mais forte.

           Desde o dia 16 de julho do ano passado, no Estado do Rio de Janeiro, está em vigor a lei que pretende reduzir o consumo das sacolas plásticas. Elas não estão proibidas, mas os estabelecimentos terão que oferecer alternativas aos clientes, como: 50 sacolas devolvidas poderão ser trocadas por um quilo de arroz ou feijão ou produto da cesta básica; o comerciante poderá fornecer sacolas retornáveis; ou, ainda, quem não usar sacola plástica terá desconto de três centavos a cada cinco itens comprados.
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